FEIRAS  
Pulverização de marca deu tom da Expo Licensing Brasil 2017
Eduardo Santos é diretor de Redação da Revista Brincar

São Paulo, agosto 2017. Expo Licensing Brasil – 10 anos. Não vimos a festa, pois não fomos convidados.
O que se viu nesta feira foi uma grande pulverização das licenças, sem que nenhuma nova propriedade se sobressaísse sobre as demais.
A aposta da Mattel, por exemplo, foi em Enchantimals, que são criaturas de corpinhos humanos com rostos de animais, tipo filme o Zootopia - Essa é a Cidade é o Bicho, da Walt Disney Animation Studios e Pixar. A Warner, por sua vez apostou nos Heróis DC Comics Jovens. A Universal trouxe os ídolos da música e franquias da Chevrolet. A Disney fez uma mostra tímida, bem aquém do padrão da companhia, talvez por conta da recente Expo Disney, que acabara acontecer também em São Paulo numa mega exposição (veja matéria na página 16 desta edição), lá sim, o "Universo Disney" foi mostrado. Dentre os personagens brasileiros, foi a vez do Senninha, o 'eterno' Seninha, com lounge bem receptivo e promessa de novas animações na TV aberta, e a também veterana Turma da Mônica, com seus personagens já bem conhecidos. Mais dos mesmos. Falando em empresas, o destaque ficou com a Vertical Licensing, que surgiu há bem pouco tempo e já ocupa um bom espaço no universo das marcas e a Redibra, que há bastante tempo faz um trabalho consistente, mas perdeu a paciência e quer atitude. Convocou àqueles que também estão cansados de reclamações, levando para a feira aquele o mote bastante conhecido também: "Chega de mimimi!".

 

 

 


 

 
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